“Agente” virou palavra da moda. Aqui vai a definição que importa:
Um agente é um loop:
- receber um objetivo
- planejar passos
- chamar ferramentas (skills/APIs)
- checar o resultado
- repetir até concluir (ou parar)
Por que isso importa no OpenClaw
OpenClaw vira “agente” quando você permite execução via Skills e desenha bem o fluxo.
O risco não está no LLM. Está em:
- permissões amplas
- falta de limites (“faça tudo sozinho”)
- ausência de auditoria
O padrão robusto é:
- o agente propõe plano
- você aprova
- e só depois ele executa passos bem definidos
Veja: Segurança e Privacidade.
Checklist rápido (para não se enganar)
- Qual ferramenta ele pode chamar?
- Qual é o limite de tentativas?
- O que acontece quando dá erro?
- Onde fica o log do que foi executado?
Próximo passo
Comece com um fluxo copiável que te mantém no controle: