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Termo

API

Interface de Programação de Aplicações. Um jeito padronizado de um software conversar com outro.

API (Application Programming Interface) é um contrato: um sistema expõe operações e outro sistema consegue chamar essas operações de forma previsível.

Pense numa API como um balcão de atendimento:

  • você faz um pedido (requisição)
  • com um formato certo (campos, parâmetros, autenticação)
  • e recebe uma resposta (normalmente JSON)

Por que isso importa no OpenClaw

Quando você quer que o OpenClaw faça algo fora do chat, normalmente você chega em uma API:

  • buscar um pedido no seu sistema
  • criar uma tarefa no Trello/Notion
  • consultar um estoque
  • registrar um lead no CRM

Isso costuma virar uma skill: um pedaço de código/configuração que chama uma API com as credenciais certas e devolve um resultado.

Próximo passo: veja o termo Skill e o hub de Templates para começar com algo copiável.

O básico (sem jargão)

Quase toda API moderna funciona por HTTP:

  • GET: buscar dados
  • POST: criar algo
  • PUT/PATCH: atualizar
  • DELETE: remover

E quase toda API exige autenticação:

  • chave/token (API key)
  • OAuth (login/autorização)

Exemplo mental (bem prático)

Você quer um comando no chat:

“Crie uma tarefa ‘Revisar orçamento do cliente X’ pra hoje.”

O fluxo real vira:

  1. OpenClaw interpreta a intenção.
  2. Uma skill chama a API do seu app de tarefas.
  3. A API cria a tarefa e retorna um ID.
  4. OpenClaw responde com confirmação (“tarefa criada”) e, idealmente, loga o que foi feito.

Erros comuns (que quebram automação)

  • Permissão ampla demais: um token que pode apagar tudo.
  • Sem rate limit: você dispara 100 chamadas e a API bloqueia.
  • Sem idempotência: você manda o mesmo comando duas vezes e cria duplicado.
  • Token exposto: chave em texto dentro do prompt, chat ou repositório.

Se isso é seu caso, vale ler: Token e Idempotência.