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Segurança e privacidade

OpenClaw pode executar rotinas via skills. Isso é poder. O jeito certo de usar é tratar automação como software: permissões mínimas, revisão, logs e limites claros.

Princípio 1: skills são código

Se uma skill consegue enviar mensagens, acessar arquivos ou chamar APIs, ela é código com permissão. Não instale skill “mágica” sem entender o que ela faz.

  • Prefira skills simples, com entrada e saída explícitas.
  • Evite permissões amplas (filesystem completo, tokens globais, admin).
  • Se possível, rode em usuário sem privilégios.

Princípio 2: automação tem limite

O melhor fluxo é: o assistente rascunha e você aprova. Depois, você amplia a autonomia só onde for seguro.

  • Para atendimento: automatize o básico; escale reclamações e casos ambíguos para humano.
  • Para financeiro: nada de “pagar”, “emitir”, “cancelar” sem confirmação humana.
  • Para follow-up: defina regras anti-spam (quantidade máxima, janela, e stop).

Dados: minimize, separe, audite

  • Minimize dados sensíveis em prompts (CPF, cartão, senhas, tokens).
  • Separe ambientes: pessoal vs trabalho, cliente vs interno.
  • Mantenha registro do que foi executado (log) para auditoria.

Dica prática: comece com templates e regras prontas, e só depois conecte integrações críticas. Veja: Templates (copiar e colar).

Rodando 24/7 (VPS): cuidado extra

VPS é ótimo para rotinas contínuas, mas aumenta a superfície de ataque. Trate como servidor.

  • Atualizações regulares do sistema.
  • Chaves/tokens em variáveis de ambiente, não em arquivos soltos.
  • Backups e rotação de credenciais.

Comece pelo hub: VPS (OpenClaw 24/7).

Checklist rápido (cole na sua rotina)

Quer começar com o mínimo risco?

Faça o primeiro fluxo como “copiloto”: template + rascunho + aprovação. Depois você aumenta autonomia onde for seguro.